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Ação promovida pela ABIH-SP no último dia 30/07, no Sheraton São Paulo WTC Hotel, foi marcada pela apresentação de soluções práticas voltadas ao projeto de retrofit tecnológico em hotéis | Crédito: Divulgação
Ação promovida pela ABIH-SP no último dia 30/07, no Sheraton São Paulo WTC Hotel, foi marcada pela apresentação de soluções práticas voltadas ao projeto de retrofit tecnológico em hotéis | Crédito: Divulgação

*Artigo assinado por Gabriel Emidio, jornalista e colaborador da Agência AMIgo! Comunicação Integrada*


Tudo aquilo que é meramente operacional e abrange atividades repetitivas prescinde, cada vez mais, da força de trabalho de pessoas em carne e osso. A evolução permanente da tecnologia, no contexto da revolução digital, liberta o ser humano das tarefas penosas, desgastantes e sempre susceptíveis a erros.


O advento da tecnologia digital veio para reduzir e até eliminar a taxa de periculosidade, insalubridade e riscos no ambiente de trabalho. Em vez de músculo e mão na massa, no sentido literal da expressão, neurônios treinados e capacitados. É o conhecimento a serviço da humanização.

A presente reflexão alcança todos os quadrantes da vida produtiva. Do agro à indústria de processos, de máquinas e de serviços, nada escapa à universalidade libertadora das soluções digitais. Não se trata da reinvenção da roda, mas do jeito de fazê-la girar.


E quando aportamos na pujante indústria do turismo, além do simples ir e vir, há o ficar. É o permanecer temporário inerente à jornada de cada viajante. E isso se dá sob a bandeira de um meio de hospedagem.


Aqui cabe reconhecer e exaltar o posicionamento exemplar da ABIH-SP, que não hesita em despertar a hotelaria paulista para inovações de ponta que vêm ao encontro das expectativas do hóspede contemporâneo. E, também, da mentalidade mais e mais oxigenada daqueles que pilotam o negócio da hospedagem, em todos os aspectos.


Daí a pertinência da iniciativa da entidade, por meio do Retrofit Tecnológico, que vem enriquecer a consistência do projeto que embasa o Portal do Hoteleiro. Merecem todo aplauso os ventos que sopram de São Paulo para arejar a hotelaria do Brasil inteiro. E fortalecer a imagem do país enquanto destino que surpreende, encanta e recebe bem.


Soluções práticas de inovação relacionadas ao retrofit tecnológico em hotéis

Walter Teixeira, head comercial do Portal do Hoteleiro, ressalta a importância do showroom e revela estimativas do projeto de retrofit tecnológico em hotéis | Crédito: Divulgação
Walter Teixeira, head comercial do Portal do Hoteleiro, ressalta a importância do showroom e revela estimativas do projeto de retrofit tecnológico em hotéis | Crédito: Divulgação

No último dia 30/07, a ABIH-SP apresentou, no Sheraton São Paulo WTC Hotel, os primeiros showrooms do Programa Retrofit Tecnológico de Hotéis. Iniciativa deu-se em parceria com o Portal do Hoteleiro, com apoio da Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo (Setur-SP) e do Plano Brasis – estratégia da Embratur para reforçar a imagem do Brasil como destino sustentável e inclusivo. Na ocasião, uma concorrida coletiva de imprensa.


No projeto-piloto, uma vitrine prática de soluções voltadas à renovação da infraestrutura hoteleira. Foco: automação, conectividade, sustentabilidade e melhoria da experiência do hóspede. Proposta quer sensibilizar o setor sobre os ganhos operacionais e comerciais do retrofit tecnológico em hotéis, com perspectiva de retorno do investimento em até 18 meses.


Evento contou com o head comercial do Portal do Hoteleiro, Walter Teixeira. O executivo, que é CEO da TX Consultoria, informou que há mais de 3,2 mil meios de hospedagem registrados no Cadastur, em São Paulo. Segundo ele, estima-se que ao menos 226 estabelecimentos devam adotar o Retrofit Tecnológico nos próximos dois anos.


Teixeira diz que o showroom segue disponível no Sheraton São Paulo WTC Hotel para visitas técnicas. Objetivo: que os hoteleiros vejam, testem, conversem com os fornecedores e percebam que é possível modernizar com investimento racional e benefícios mensuráveis.


A iniciativa inclui automação de suítes, digitalização de serviços, otimização energética e integração com práticas ESG. Foco: eficiência operacional e aumento da competitividade do setor. O evento também reuniu consultores técnicos e empresariais. O engenheiro José Roberto Muratori explicou que o plano divide o retrofit em três partes: suítes, áreas comuns e infraestrutura. Inclui controle automatizado de luzes, cortinas e ar-condicionado, comandos por voz, fechaduras com sensores, sonorização e gestão energética.


Renato Pardo, especialista em Gestão Empresarial, destacou a importância da conectividade como novo critério de escolha de hospedagem. Segundo ele, os hóspedes procuram primeiro uma boa internet e só depois se preocupam com a cama, o chuveiro e o café da manhã. O consultor apresentou o Guest Facilities, uma plataforma digital integrada ao Portal do Hoteleiro, que permite a personalização de serviços e atendimento via IA nos apartamentos. O sistema estará disponível para teste gratuito por 60 dias.


Solution4Hotel: compras colaborativas e marketplace B2B


No evento, a Solution4Hotel também foi apresentada como uma das frentes estratégicas do programa. Iniciativa, desenvolvida em parceria com a ABIH Nacional, busca agregar valor à indústria hoteleira brasileira por meio da união do setor e da adoção de soluções práticas e sustentáveis. Com um modelo já validado em outros mercados, a plataforma aplica o conceito de economia de escala para gerar resultados consistentes, promover boas práticas de gestão e fortalecer o ecossistema hoteleiro.

Marcos Vilas Bôas, presidente da ABIH-SP, prestigia evento e aproveita para destacar os benefícios das plataformas de compras colaborativas para o setor hoteleiro | Crédito: Divulgação
Marcos Vilas Bôas, presidente da ABIH-SP, prestigia evento e aproveita para destacar os benefícios das plataformas de compras colaborativas para o setor hoteleiro | Crédito: Divulgação

A compra colaborativa e o marketplace b2b estão entre os principais serviços oferecidos. Compra colaborativa consolida demandas de produtos entre hotéis, além de conectar os compradores a fornecedores homologados. Isso leva à criação de um ambiente favorável à otimização da cadeia de suprimentos. O modelo permite maior volume de negócios e ganhos operacionais, com processos organizados por agenda.


Já o marketplace digital viabiliza um ambiente de negócios exclusivo para o setor, reunindo produtos, serviços e soluções com preços competitivos, suporte técnico, SAC, cotações e logística integrada. Proposta é consolidar a Solution4Hotel como o principal canal de compras da hotelaria nacional.


A operação da plataforma é centrada na organização e eficiência: cuida de todo o processo — da seleção de itens à entrega — e promove a união de um grande número de hotéis em processos conjuntos de aquisição. Resultado: condições mais vantajosas para todos os envolvidos. Objetivo é acelerar e qualificar o abastecimento do setor, com ganhos operacionais mensuráveis.


Inteligência de mercado aplicada ao planejamento de compras, acesso a fornecedores qualificados, redução de custos e acompanhamento dos processos em parceria com a equipe da plataforma compõem os benefícios para os compradores. Por outro lado, os fornecedores ganham visibilidade, acesso a novos mercados, planejamento estruturado de vendas e ações diretas de relacionamento com compradores do setor.


Landing page e posicionamento estratégico do Brasil como destino

Fábio Zelenski, diretor de Marketing do Visite São Paulo, pondera sobre o impacto da tecnologia na experiência do visitante e salienta que a iniciativa da ABIH-SP em incentivar o retrofit tecnológico em hotéis está em consonância com o Plano Brasis, da Embratur | Crédito: Divulgação
Fábio Zelenski, diretor de Marketing do Visite São Paulo, pondera sobre o impacto da tecnologia na experiência do visitante e salienta que a iniciativa da ABIH-SP em incentivar o retrofit tecnológico em hotéis está em consonância com o Plano Brasis, da Embratur | Crédito: Divulgação

Para comunicar as orientações ao mercado, a ABIH-SP atualizou o Portal do Hoteleiro com uma landing page dedicada ao projeto de retrofit tecnológico em hotéis. A página reúne guias, tendências, soluções e links para adesão à Solution4Hotel, além de conteúdos técnicos voltados à digitalização e modernização dos empreendimentos.


Iniciativa da ABIH-SP alinha-se à estratégia do Plano Brasis, da Embratur, que visa posicionar o país como destino sustentável, diverso e inovador. Fábio Zelenski, diretor de Marketing do Visite São Paulo, parceiro institucional do projeto, salienta que a tecnologia impacta diretamente a experiência do visitante. Ao agregar valor ao atendimento e à personalização, eleva-se a satisfação e incentiva-se o retorno. Fidelização.


Já o presidente da ABIH-SP, Marcos Vilas Bôas, disse que 80% da hotelaria paulista é composta por empreendimentos independentes e que a entidade busca oferecer soluções que permitam competir sem acirrar disputas entre associados. “Queremos entregar condições para que os hoteleiros sejam competitivos, mas não concorrentes entre si”, enfatiza.


Tem mais conteúdo imperdível no canal do YouTube


Para quem quiser se aprofundar no tema, cabe ressaltar que o Portal do Hoteleiro conversou com alguns dos melhores especialistas do setor em episódios recentes do seu videocast. Você pode conferir, por exemplo, um bate-papo sobre as tendências tecnológicas que estão revolucionando a hotelaria e uma conversa detalhada sobre como aprimorar a conectividade dos hóspedes – e os muitos benefícios dessa decisão.


Quer fazer parte desse movimento? Então preencha agora mesmo este formulário para que o projeto de retrofit tecnológico em hotéis chegue até o seu empreendimento e revolucione o seu negócio!


 
 
 
  • 12 de ago. de 2025
  • 2 min de leitura

Havia um tempo em que poucos reinos decidiam o destino das rotas, das moedas e dos sonhos. Dominavam mares, céus e estradas com o peso de seu ouro e a confiança de sua própria história.


Mas, como as marés que mudam sem pedir licença, começou a soprar um vento novo: moedas invisíveis, nascidas do engenho de comunidades esquecidas ou dos pontos acumulados em longas viagens aéreas, ganharam corpo e voz. Eram códigos digitais trocados como sussurros entre aliados distantes, conectando mercados, desejos e possibilidades.


Os reinos dominantes, acostumados a ditar preços e destinos, sentiram-se ameaçados. Afinal, o valor real não estava mais apenas no cofre, mas na rede invisível que unia pessoas, ideias e experiências. E nessa nova cartografia, o câmbio turismo se tornara mais do que um índice econômico: era o fluxo vivo que alimentava as cidades, irrigava vilas, ativava portos e renovava trilhos esquecidos.


Um reino visionário, ciente da virada, proclamou: “Investiremos nas indústrias criativas como se fossem nossas fortalezas. Convocamos todos os reinos para unir forças em um único propósito — fazer florescer o Turismo Pedagógico.” Não falava de salas de aula fechadas, mas de aprender com o mundo aberto — trocar saberes milenares, acolher com respeito, viajar para compreender e, sobretudo, agir de forma solidária, com empatia e outras habilidades emocionais bem desenvolvidas.


Vieram caravanas de ideias: press trips, intercâmbios, programas de incentivo, exposições, shows, desfiles, festivais, encontros de negócios, entre outros exemplos que motivam viajar, observar e aprender amar.


Aos poucos, o turismo deixou de ser apenas lazer ou lucro. Transformou-se em ferramenta de indução civilizatória, atividade estratégica para formar cidadania global, na qual igualdade, liberdade e fraternidade não eram slogans, mas práticas cotidianas plenas de equidade e oportunidades.


O desfecho? Os algoritmos da Inteligência Artificial, chamados a decifrar o ritmo dos ventos, calcularam o ponto de virada: no ano de 2032, quando a ênfase no lucro cego cedeu espaço para a renda distribuída e ao respeito mútuo. Antigas disputas perderam sentido. Reinos antes dominadores e reinos autônomos aliados se tornaram parceiros numa mesma jornada — não pela força das moedas, nem bélica, mas pela riqueza das experiências que cada viajante levava de volta e, generosamente, deixava no caminho.


* Prompt de Luiz Henrique Arruda Miranda. Desfecho da AI ChatGPT.

P.S. - Bora lá, conhecer o Brasil e aprender dar o devido valor ao que somos.

 
 
 

Atualizado: 8 de jan.


Por Luiz Henrique Arruda Miranda


Imaginemos, com um sorriso no canto da boca e o alerta no coração, um mundo em que a inesquecível Odete Roitman — personagem de personalidade dominante, vivida por Beatriz Segall — fosse convocada para intermediar um acordo com ninguém menos que Donald Trump. Em pleno Conselho de Segurança da ONU. Seria diplomacia ou detonação?


Com sua fala afiada e olhar calculado, Odete talvez fosse o que nos falta entre protocolos diplomáticos desgastados e a necessidade de dizer verdades com elegância. Mas, como todos sabemos, os bastidores do poder real não se curvam à ficção. O que está em jogo vai além de egos: trata-se do futuro da humanidade — e isso não se negocia com ironias ou ameaças nucleares.

A explosão que precisamos não é a bélica. É a da consciência.


Num planeta onde atrocidades entre seres humanos continuam sendo praticadas com naturalidade estarrecedora, resta-nos a ONU como o experimento civilizatório mais avançado já produzido coletivamente. Sua imperfeição não a torna inútil. Ao contrário, é sinal de que seguimos tentando encontrar consenso onde reina a divergência.


Não podemos, no entanto, continuar espelhando a competência em negociação apenas no poder de barganha de quem tem o maior arsenal ou o maior PIB. Democracia não se mede em mísseis, mas em dignidade partilhada. Direitos iguais, respeito mútuo, justiça social — valores esses que sustentam não apenas a cidadania, mas também o consumo responsável e as políticas públicas integradas à iniciativa privada em compromissos sustentáveis de curto, médio e longo prazo.


As tecnologias da informação já nos oferecem instrumentos que trazem luz onde antes havia opacidade. Cada IP é uma identidade. Cada clique, um rastro de intenção. Se podemos rastrear com tanta precisão, também podemos — e devemos — garantir mais equidade, transparência e responsabilidade, especialmente no campo do trabalho. Afinal, nenhum progresso é real se não reconhece o valor social das mãos que o constroem.


Nesse caminho, seria louvável se o Banco Mundial liderasse uma campanha global — incentivada por bancos privados e fintechs comprometidas com critérios científicos e éticos — para fortalecer economias criativas e solidárias. Com o suporte da inteligência artificial, poderíamos criar estratégias que transcendam a especulação e mirem o bem comum.

Ganhos de escala? Claro que sim. Mas com propósito.


Mais voos, sim — desde que sustentáveis. Mais cruzeiros, trens, rodovias e hidrovias — desde que limpos e integrados a territórios que respeitam suas culturas e seus ecossistemas. Mais embarques e desembarques — desde que conectem pessoas, e não apenas lucros.


O futuro é possível. Está em nossas mãos e nas escolhas que fazemos todos os dias, seja na urna ou na prateleira, no streaming ou no destino da próxima viagem. E, falando em escolhas conscientes, recomendo aos profissionais da hospitalidade e interessados em turismo sustentável uma visita ao Portal do Hoteleiro. Porque, sim, a transformação começa também pelo que aprendemos, ensinamos e compartilhamos.


Se Odete negociasse com Trump, talvez o teatro fosse outro. Mas, felizmente, a vida real ainda permite novos roteiros — com mais diálogo, menos estardalhaço e um pouco mais de humanidade.

 


 
 
 
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